Pular para o conteúdo principal

Colônia de Férias do SESI resgata brincadeiras infantis antigas



Nos tempos atuais do smartphone, do tablet e da diversidade de jogos eletrônicos na ponta dos dedos com a internet, as crianças da chamada geração Z, nativos digitais, desconhecem em sua maioria as brincadeiras simples que divertiam os pais, enquanto crianças.

Buscando resgatar algumas dessas atividades de mais de 30 anos, como o rouba bandeira, queimado, tacobol, cancan, pula corda, esconde-esconde, salada de frutas, elástico, frescobol, bolinha de gude, pião e uma diversidade de outras brincadeiras, a Colônia de Férias do Serviço Social da Indústria (SESI) tem realizado de forma lúdica essa função.

As atividades do evento encerram-se nesta  sexta-feira (10/7), na Unidade de Vida Saudável SESI Clube Araçagi.

 “Estamos resgatando e valorizando os nossos costumes por meio das brincadeiras, oportunizando para as crianças algo avesso à tecnologia e ao celular, muito mais prazeroso e lúdico, que estimula a sensibilidade e contato!” destacou o arte educador do SESI, Josimael Caldas.

Além das brincadeiras antigas, a colônia de férias também conta com atividades recreativas, esportivas e culturais, para crianças de 6 a 14 anos, dependentes de industriários e da comunidade que estão curtindo a programação.

No final do mês, será a vez das crianças de 7 a 14 anos de Caxias e Imperatriz participarem da colônia. Segundo a presidente do SESI, Roseli Ramos,  a ação está marcada para o período de 29 a 31 de julho. Já em Caxias, a programação ocorre de 22 a 24 de julho e as inscrições podem ser realizadas até a véspera.

Lembra que as vagas são limitadas e maiores informações podem ser esclarecidas pelos telefones das unidades do SESI em Imperatriz e em Caxias são (99) 3523-2488 e (99) 3521-4198, respectivamente.


O Serviço Social da Indústria (SESI) é uma das instituições que forma o Sistema FIEMA, juntamente com a Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL).




Comentários